Ouvrir le jardin : qui assurera l’accueil ?
Une inquiétude et une réponse
Dans le jardin partagé du quartier, un groupe propose d’ouvrir un créneau d’accueil aux nouveaux habitants. « Nous avons déjà du mal à assurer les permanences actuelles1 », remarque Anna, bénévole. Son inquiétude mérite d’être entendue : annoncer un nouvel accueil sans personnes disponibles créerait une attente que l’équipe ne pourrait pas satisfaire. Cela ne suffit pourtant pas à conclure2 que toute ouverture est impossible.
La piste à vérifier
Le groupe envisage de demander aux futurs participants s’ils souhaitent aussi contribuer à l’accueil. Cette piste3 ne constitue ni une équipe déjà formée ni une promesse de disponibilité. Elle permettrait de vérifier si de nouvelles personnes peuvent prendre part à l’organisation. Avant d’annoncer un horaire4, il resterait donc à préciser qui pourrait réellement l’assurer.
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Na horta compartilhada do bairro, um grupo propõe um horário de recepção para os novos moradores. “Já temos dificuldade para cobrir os turnos atuais”, observa Anna, uma voluntária. Sua preocupação merece atenção: anunciar outro atendimento sem pessoas disponíveis criaria uma expectativa que a equipe não conseguiria atender. No entanto, isso não basta para concluir que nenhum novo horário de atendimento é possível.
O grupo está considerando perguntar aos futuros participantes se também querem ajudar a receber outras pessoas. Essa possibilidade não é uma equipe já formada nem uma promessa de disponibilidade. Ela permitiria verificar se novas pessoas podem ajudar a organizar os turnos. Portanto, antes de anunciar um horário, ainda seria preciso definir quem realmente poderia cobri-lo.

